Archive for Junho, 2008

Liberdade

29Jun08

Será que precisam fazer sentido?
As palavras… tudo que é dito
O céu em que vagam meus olhos
é o mesmo em que nadam as estrelas
Se dançam as flores em verdes veredas
toda aurora é primavera?
Volta e refaz incorreto
Não deixe tudo limpo
Não ande tão perto
Mas o vento é lento e não consegue acompanhar
os devaneios livres que
calam…
falam…
e arrancam brotos de [...]


Mesmo sem saber
resolví anotar para lembrar
que existem coisas para nunca esquecer.
Tudo o que não pensei
será guardado para sempre
num vago ausente
sempre presente
na mente da gente.


Isso explicaria a cara de sono e as olheiras…


Seria a vida uma música?
E cada dia uma nota…
que marcamos na partitura esperando alguém tocar…
E quem tocaria?
Nós mesmos, talvez…
Principiantes de todos os instrumentos
ensaiando a cada momento
a sinfonia do despertar.


2:30am (19/06)

28Jun08

Ah… se eu pudesse sumir daqui… ir a qualquer lugar… daria um jeito de estar sempre longe, sempre perto e nunca sozinho.
and the night belonged entirely to her.


Sempre que o nunca não estiver por perto
tudo aquilo que tem fim é eterno.
the skies were gray, and her eyes, blue.


Yeah… conseguí uma casa segura pra passar a noite de hoje. Acho que sou muito bobo. Meu nomadismo é incoerente. Fruto de uma revolta e de desejos imprudentes.
my moon, shed some light. shed some light on things…


Computador desconhecido, casa de estranhos, amigos colegas.
Sem conforto ou sentido em nenhuma delas…
help… why do i keep walking through dead ends?


Que dia incômodo…
Coisas que não queria ver, palavras que não queria ouvir.
O melhor que tenho a fazer é dormir…